quinta-feira, 31 de maio de 2012

Para atrair mulheres, homens pagam até R$ 3 mil em curso de sedução



Treinamento tem 20 horas de parte teórica e aula prática em boates.

Método criado por inglês vira livro, DVD e rende milhões de euros a autor.


Tássia ThumDo G1 RJ

Nada de orações para Santo Antônio ou simpatias com lingerie vermelha. Para sair do zero a zero no Dia dos Namorados, homens investem de R$ 1,2 mil a R$ 3 mil em um curso que promete transformá-los em "artistas da sedução".  No Rio de Janeiro, uma consultoria especializada no assunto oferece aulas práticas em boates, com direito a dicas por SMS, para desencalhar os solteiros.

A famosa “conversa fiada” dos homens para atrair as mulheres foi profissionalizada pelo inglês Richard la Ruina, que criou o método da “Arte Natural da sedução”. A teoria é ensinada em livros, DVDs e na consultoria PUA Training.

Mas os professores explicam que a consultoria não tem interesse em criar homens "pegadores", mas sim "sedutores".
“Os homens que procuram o curso de sedução são dos mais variados tipos, mas todos têm em comum a insatisfação com a vida amorosa.

 O curso ensina linguagem corporal, técnicas de conversação, dicas de moda, tudo para o cara se sentir confiante em abordar pessoas desconhecidas e evoluir para um relacionamento”, explica Fernando Mello, 35 anos, diretor-executivo da PUA Training, no Brasil.

Fernando abandonou a vida de promoter de festas e de consultor imobiliário há um ano, quando se tornou um “coaching de relacionamentos”. Em companhia do psiquiatra e sexólogo Guilherme Malaquias, do administrador Bruno Gilglio e do estudante Phill, ele dá cursos no Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, São Paulo e Brasília.

Aulas com médico e sexólogo

Alunos têm que abordar mulheres em boates e
shoppings (Foto: Divulgação/ PUA Training Brasil)
Apesar de parecer algo inusitado, para os professores o curso é assunto sério.

 Em 20 horas, os alunos assistem a palestras de médico e sexólogo sobre comportamento, autoestima, técnicas de sociabilidade, entre outras. Nas aulas, uma modelo de corpo escultural faz o papel do alvo na boate. Com ela, os homens exercitam como deve ser o "chega mais" para conquistar um placar favorável na balada.

Após duas aulas, os homens colocam o aprendizado em prática em boates da Zona Sul e da Barra da Tijuca, sempre supervisionados pelos "instrutores de sedução".

No último dia de curso, os discípulos têm uma missão ainda mais curiosa - abordar mulheres em shoppings centers e em outros lugares improváveis, como cafeterias e filas de banco.

Códigos e SMS

Na noite, os mestres se disfarçam de amigos dos alunos para acompanhar de perto o desenvolvimento dos aspirantes a sedutores. Os "estudantes" são divididos em grupos e têm a missão de abordar diversas garotas e sair ao menos com um contato telefônico ou Facebook de alguma delas.

 Para que não se perceba que é um treinamento, os professores adotam códigos e enviam SMS para os alunos com dicas e orientações.

Quando o mestre pedir para o aluno melhorar o “kino”, significa para o rapaz atacar o alvo com toques em áreas como pescoço, braço e cintura. Mudar o set, indica procurar outro grupo de meninas para abordar.


Fonte: G1.globo.com
            Richard La Ruina (a arte natural da sedução)
            Érica Queiroz (o amor está na rede)
            Agradecimento: Mattel
Fotos: Caio Kenki /G1


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Pesquisa comprova que mulheres não fazem sexo por amor

Por Carol Patrocínio


O papinho mole de que mulher só faz sexo quando ama é uma daquelas patacoadas que nem deveriam existir. Mulher transa quando sente tesão, vontade, desejo — igualzinho aos homens. Mulheres buscam prazer e não deveriam ter nenhuma vergonha disso.
No livro "Why Women Have Sex?", Cindy Meston e David Buss, psicólogos da Universidade do Texas, descobriram 237 motivos pelos quais mulheres resolvem ir pra cama com um cara. E o amor não aparece nem como último colocado dessa disputa!
Alguns dos motivos são melhorar a autoestima, deixar o cara seguro, fazê-lo acreditar que a relação vai bem, conseguir uma promoção, por dinheiro ou drogas — na lista também aparecem as tristes opções "porque são forçadas ou violentadas", o que não deveria existir nunca! Outras das inspirações para o momento são vingança, agradecimento e tédio.
A novidade do comportamento feminino — que nem deveria ser tão novidade assim — já era esperada pelos pesquisadores, que a chamam de "benefícios genéticos". Geneticamente as mulheres buscam um homem capaz de dar filhos e crescimento para o casal mas, hoje, nós preferimos seguir a razão e buscar outras coisas um pouco mais interessantes.
E você, por que faz sexo?
Fonte: www.yahoo.com.br


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sexta-feira, 25 de maio de 2012

Casar para quê?




WALCYR CARRASCO

Jornalista, autor de livros, peças teatrais e novelas de televisão.

Estou escrevendo a novela Gabriela, inspirada na obra de Jorge Amado. Estou justamente nos capítulos em que Nacib pede Gabriela em casamento.
– Casar pra quê? Precisa não – diz ela.


A personagem é um espírito livre que antecipou as mudanças no modo de pensar e agir das gerações seguintes à publicação do livro, no final da década de 1950. Penso:
– Gabriela é que tinha razão. O que significa casar hoje em dia?

As fronteiras entre o namoro e o casamento andam cada vez mais confusas. Outro dia encontrei uma amiga que me anunciou vitoriosa:
– Estou casada!

Durante o papo, descobri que estava saindo com um rapaz havia quatro meses. Não moravam juntos, nem tinham qualquer compromisso formal. Para ela, tratava-se de um casamento. Ao contrário, muitas vezes o casal até mora junto, mas diz que está “se conhecendo”. Ou seja: as palavras namorar e casar significam mais ou menos a mesma coisa. Depende de quem as pronuncia.

 No passado os termos eram mais precisos. Havia a “concubina”, que vivia sob o mesmo teto sem papel passado. Se eu chamar alguma amiga de concubina, levo um tapa na cara. E “amásio”? Céus, quem fala em amasiar-se atualmente? Eram boas palavras, porque definiam situações específicas. Às vezes, a confusão é tanta que a mulher acha que está casada e seu parceiro pensa que está namorando!

O cinema americano resolveu essa questão brilhantemente: a dupla vive sob o mesmo teto, se ama. O compromisso é assumido quando ele oferece um anel no meio de um sorvete durante um jantar (com direito a merchandising da Tiffany’s).

Nos filmes, casar é igual a assumir compromisso.
Uma balela, que só vale para filmes. No Brasil, se duas pessoas vivem juntas, o compromisso já existe. Queiram ou não. Pelo menos do ponto de vista legal. Quem prova uma relação estável pode até sair de um processo com mais vantagens econômicas do que alguém que se casou no papel, com direitos especificados. Tem mais: o casamento deixou de ser uma relação para toda a vida. Divórcio é fácil.

Conheço mulheres que se casaram uma vez, duas, depois nem se deram mais ao trabalho. Só juntam os trapos, como se dizia antigamente. Há uma que anuncia:
– Tive cinco maridos.
É uma forma de valorizar o currículo!
Hoje, as palavras namorar e casar significam mais ou menos a mesma coisa. O importante é o amor 
E o vestido branco? Nenhum símbolo perdeu tanto o sentido. Era a cor das virgens. Viúvas se casavam de azulzinho, rosa pálido... Hoje, noivas de qualquer idade casam de branco. Não importa a quilometragem. Por que não aderem ao vermelho, verde, roxo? Há uma indústria enorme em torno de vestidos, festas, fotos, lembrancinhas.

 Milionários gastam mais de milhão para casar suas herdeiras, em festas suntuosas. E às vezes o casamento dura menos que sua preparação. Conheço um casal que se separou ao voltar da lua de mel. A outra já o esperava no aeroporto.

Ser padrinho virou um mico. Era uma honra, uma relação quase de parentesco. Hoje, convida-se um batalhão. Uma vez quase despenquei do altar de tanto empurra-empurra. A aglomeração de padrinhos era pior que metrô às 6 da tarde. O objetivo dos noivos era ganhar bons presentes, já que, supõe-se, padrinhos são mais generosos. Eu, hein?

A cerimônia religiosa era ganhar a bênção divina. Como a Igreja Católica Romana não admite a separação, os casais recorrem a credos mais flexíveis. A Igreja Anglicana admite casar divorciados. Nada contra. Mas, se a pessoa é católica, recorrer a outra religião não é dar um truque no Ser Supremo? Hummm... Ele, que tudo sabe, vai cair nessa?

Já fui a dois casamentos sem ministro. Os noivos inventaram a cerimônia, com amigos discursando. No Japão, é comum contratarem atores para oficiar como padres. Antes fazem uma cerimônia xintoísta, mais íntima. Depois, a ocidental, com vestido branco e padre fake.

Segundo o filósofo francês Luc Ferry, no livro A revolução do amor, “a experiência do amor é o único valor absoluto, o único que dá sentido a todos os outros”.
 Minha geração pregou o amor livre. Muitas conquistas da década de 1960 foram absorvidas pela sociedade. Laços formais não têm mais tanta importância, como defendíamos. O casamento perdeu significado, mas continuou a existir como uma cerimônia oca, para grande parte dos casais. O espetáculo é superficial e tira de foco o mais importante. O amor, simplesmente.

Somente o amor pode dar sentido a uma união, sem necessidade de festa e vestido branco. E me pergunto outra vez: nos dias de hoje, para que casar, afinal?

Fonte: revistaepoca.globo.com



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Crianças e os terroristas

                     Crianças e os  Terroristas



Tem notícias que saem, e apenas pensamos:
“Nossa!! Isso é bizarro”!!!
Mas... E se houve algo por trás disso?

Vejam as notícias:

Criança é obrigada a sair de avião,  por estar em 'lista de terroristas' nos EUA

Uma criança de 18 meses e seus pais foram obrigados a deixar um vôo no aeroporto de Fort Lauderdale/Hollywood, na Flórida, com destino a Nova Jersey, porque a menina estava em uma lista de pessoas proibidas de viajar de avião nos EUA, segundo a emissora de TV "WSVN".


O casal disse ter ficado chocado, pois sua filha foi acusada de ser terrorista.
O casal contou que eles foram orientados a sair do avião. Após a mulher questionar a comissária de bordo, ele teria dito: "Bem, não é você ou seu marido, mas sua filha".

"É um absurdo", disse o pai da criança. "Não faz sentido. Por que uma criança de 18 meses de idade está nessa família", questionou.

"A situação toda foi bizarra. Não faz absolutamente nenhum sentido", disse a mãe da menina Riyanna.

O casal destacou que cerca de meia hora depois foi informado de que poderia embarcar, mas não recebeu nenhum pedido de desculpas.

Menina de quatro anos é confundida com terrorista e revistada em aeroporto
Uma menina de apenas quatro anos ficou aterrorizada no aeroporto de Wichita, no estado do Kansas, nos Estados Unidos, ao ser confundida com um terrorista pelos Agentes de Administração de Segurança nos Transportes (TSA), que teriam suspeitado da garota porque ela correu para abraçar sua avó, segundo informou a emissora "WBTV".

O fato virou publico após a mãe da menina, Michelle Brademeyer, ter relatado na rede social mais popular do mundo, o Facebook, que a sua filha tinha sido confundido com um terrorista durante a viagem ao Kansas para acompanhar o casamento do seu irmão.

"Quando a minha filha de quatro anos de idade percebeu sua avó, ela animadamente correu para lhe dar um abraço, como as crianças costumam fazer. Foi um contato breve, que durou alguns segundos", disse Michelle.
Porém, Michelle disse que os agentes da TSA que presenciaram a cena começaram a repreender a garotinha e dizer que ela teria que passar por uma revista corporal. Assustada com a situação, a criança de quatro anos acabou correndo dos agentes. Um dos agentes, que pediu para a filha de Michelle, insistia ao afirmar que já tinha visto uma "arma em um ursinho de pelúcia" e parecia convencido de que a garota estava escondendo algo."A suspeita não está cooperando", disse um dos agentes.

Irritada, Michelle desacreditou que a cena estava acontecendo. "A suspeita, é claro, era criança assustada. Eles trataram minha filha como se ela fosse um terrorista",afirmou a mãe da criança.

Menina de seis anos integra lista de terroristas impedidos de voar
Apesar dos esforços da família, o nome da criança continua na lista do governo.

Uma menina de seis anos, do estado do Ohio, está a ser mantida “debaixo de olho” pelo governo federal. A família descobriu recentemente que Alyssa Thomas integra uma lista do departamento de Segurança de passageiros que “não podem voar”, informa a Fox.

“Ficámos chocados. Ela tem apenas seis anos e isto não é uma situação habitual”, contou o pai, Santhosh Thomas. 
O casal soube da lista durante uma viagem de Cleveland para Minneapolis, onde foram notificados por um elemento do aeroporto. A família quis saber o que poderiam fazer para remover a criança da lista e foram aconselhados a contatar o departamento de Segurança. 

Alyssa recebeu uma carta do governo a dizer que a situação se mantém, no entanto, não confirmam nem desmentem qualquer informação que tenham sobre ela ou alguém com o mesmo nome.

“Ela faz viagens de avião desde que tem dois meses. Em Fevereiro, fomos ao México e não houve problemas”, referiu o pai. 

O programa de segurança em vôos só está a decorrer desde Junho, sendo esse o motivo pelo qual a menina nunca teve problemas anteriormente. Um porta-voz da administração referiu que a “lista é uma medida importante de segurança para impedirindivíduos suspeitos de terrorismo de voar”. 


Vejam alguns dos Terroristas:


Que terrorista medonho!!!


Nossa!! Seria uma arma em forma oval em sua cabeça???


Entendi!!! A boneca na verdade é um robô cheio de mísseis em miniatura!!



Olha... O que vou dizer?? Termino como comecei... Isso não é por acaso, não pode ser apenas paranóia americana, tem algo por trás, vejam o que a segurança diz, não são os pais, são os filhos!!!

Isso não me cheira bem, e não tem nada de conspiração, acho que num futuro muito próximo, essas crianças vão ser tiradas dos seus pais. E aí fica a pergunta:

Por quê???

O que tem essas crianças de especial???

É isso que deveria ser investigado, eu não moro lá... E não tenho como fazer isso, mas tenho certeza que algo corre por trás dessa besteira de terrorismo.



Enfim... Tomara que eu esteja errada.


Rita Z



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As 10 lições de Gandhi para mudar a sua vida e o mundo


                      As 10 lições de Gandhi para mudar 
                                  a sua vida e o mundo.


Mahatma Gandhi não precisa de introdução longa para que vocês saibam que ele foi. Todo mundo sabe sobre o homem que levou o povo indiano a independência do domínio britânico em 1947. Portanto, segue abaixo 10 ensinamentos dele para mudar o mundo :

1 - Mude a si mesmo – > “Você deve ser a mudança que você quer para o mundo”. Antes de querer mudar o mundo, você deve mudar a si mesmo. Fazendo isso, as pessoas que estão ao seu redor perceberão a mudança e também mudarão. Por essa razão que o conhecimento mais importante é o autoconhecimento. A partir desse conhecimento, você começará a perceber quais são as premissas e os preconceitos que te guiaram em outras situações e que você deve trabalhar para corrigir;

2 – Você está no controle – > “Ninguém pode me ferir sem minha autorização” O que você sente e como você reage a algo está sempre com você. Você é senhor dos seus pensamentos e atitudes. Ninguém além de você pode controlar o que você sente. O segredo é fazer com que esse pensamento ganhe cada vez mais força ao longo do tempo;

3 – Perdoar e deixar ir em frente – > “Os fracos nunca podem perdoar. O perdão é o atributo do forte.” Combater o mal com o mal não vai ajudar ninguém. E, como foi colocado no item anterior, você sempre escolhe como reagir a algo. Não perdoar é ficar preso ao passado e significa falta de aprendizado com a situação, causando apenas sofrimento e paralisando sua ação no presente;

4 – Sem ação, não se vai a lugar algum – > “Uma grama de prática vale mais do que toneladas de pregação” Intenção sem ação é o mesmo que nada. Agir pode ser duro e díficil diante do novo, mas não podemos criar resistências internas. Os livros podem na maior parte apenas lhe trazer conhecimento, mas você tem que agir e transformar esse conhecimento em resultados e em compreensão;

5 – Atenção com o presente – “Eu não quero prever o futuro. Estou preocupado em cuidar do presente. Deus não me deu nenhum controle sobre o momento seguinte.” Segundo Gandhi, a melhor maneira que ele encontrou para superar a resistência interna, que muitas vezes nos impede de agir, é permanecer no presente, tanto quanto for possível. Estando no presente, você não precisa se preocupar com o momento seguinte do qual você não tem controle. A resistência a ação vem da sua imaginação nas consequências futuras negativas. Esse é outro hábito mental que você deve procurar que cresça e se torne mais poderoso ao longo do tempo;

6 – Todo mundo é humano – > “Eu afirmo que sou um indivíduo simples sujeito a errar como qualquer ser-humano. Eu, no entanto, tenho humildade suficiente para confessar meus erros e refazer meus passos.” O problema não está em errar, mas sim em não reconhecer seus erros. Sem reconhecer seus erros ou fraquezas, você nunca estará livre deles. Errar é humano e deve ser encarado como um instrumento pedagógico de aprendizado;

7 – Persista – > “Primeiro eles te ignoram, depois riem de você, então você luta, você ganha.” Sempre termino meus posts com a frase “Keep the Faith” que significa “Mantenha a fé”, seja persistente. Com o tempo, a oposição a você desaparece. O tempo que você pensa que uma realização levará para ser atingida não é o mesmo tempo que normalmente leva-se para atingir os seus objetivos. Essa crença vem do mundo em que vivemos cheio de pílulas mágicas como em propagandas que nos prometem perder muito peso ou ganhar muito dinheiro em 30 dias. Minha mãe me disse uma vez um frase sábia : “O tempo de Deus não é o mesmo tempo dos homens”;

8 – Veja o lado bom das pessoas e ajude-as – > “Suponho que a liderança em um determinado momento significava músculos, mas hoje isso significa ficar junto com as pessoas.” Sempre há algo a ser aprendido com qualquer pessoa. Esse pensamento torna a vida mais fácil para você e as relações tornam-se mais agradáveis e positivas. E quando você enxerga o lado bom das pessoas fica mais fácil motivar-se para estar a serviço delas;

9 – Seja íntegro, autêntico, seja verdadeiramente você – > “Felicidade é quando o que você pensa, o que você diz, e o que você faz estão em harmonia.” As pessoas gostam de autenticidade ao se relacionar. Talvez por essa razão é que as empresas estejam sendo tão questionadas nos dias de hoje. Como já disse um grande filósofo : “Você é o que você faz”.

10 – Continue a crescer e evoluir – > “O desenvolvimento constante é a lei da vida, e um homem, que sempre tenta manter seus dogmas e preconceitos para parecer consistente, dirige-se em uma falsa posição” Aprender é um ato de humildade. A natureza humana é de evolução e não a estagnação.
Se eu tivesse que resumir essas dez lições em três palavras seriam elas a humildade, integridade e persistência.

Mahatma Gandhi


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                                    De cara pros meus medos.



Ir ao encontro de angústias e incertezas que nos apavoram pode ser a melhor forma de não paralisar e seguir em direção ao amadurecimento emocional



É absolutamente normal sentir medo. Ele faz parte de um sistema natural de defesa, que vem evoluindo conosco já faz alguns milhares de anos e surge nas situações mais diversas e imprevistas.
 É paralisante, irracional e incontrolável. Desperta reações subconscientes e nos remete ao ancestral selvagem que habita em nossa mente – e ainda move (oufazestancar)nossocorpo.

Diferentemente do que acontecia com nossos “ancestrais selvagens” ou ocorre comoutros animais, no entanto, os motivos dos medos  que experimentamos raramente se materializam, permanecendo mais em nosso imaginário do que na vida real.



 Essa “expectativa” de uma ameaça que nunca se concretiza pode se tornar patológica, dando vazão a transtornos cognitivo-emocionais. Explico: imagine a “pane” que acontece quando um fabuloso sistema biológico preparado para reagir lutando até a morte ou fugindo até esgotar sua energia muscular é continuamente ativado, mas não chega a se tornar necessário de fato.

É mais ou menos como se um piloto estivesse parado com seu carro no sinal vermelho, o sinal de vez em quando desse “alerta” amarelo, ele se preparasse para sair do lugar, começasse a acelerar, esquentasse o motor e... nada, o sinal voltasse a ficar vermelho novamente.

Repetidas ativações do sistema de defesa (sinal amarelo), sem nunca requerer a resposta motora (sinal verde) e sempre retornando ao ponto de partida (sinal vermelho), com imobilidade e muita expectativa: assim é o ciclo deflagrado no organismo numa situação de estresse crônico e contexto urbano moderno.

Esses ciclos de carga emocional acontecem de forma bastante semelhante à situação do piloto numa largada descrita acima. As pupilas se dilatam, a atenção aumenta, os batimentos cardíacos se aceleram, o corpo mobiliza energia, os músculos ficam tensos – e tudo absolutamente em vão. A expectativa do medo provoca estresse e dá vazão a sintomas somáticos, incluindo, por exemplo, a hipertensão.
Neste momento você poderia se perguntar: “Mas temos um sistema de defesa em nosso cérebro que serve para nos deixar estressados e doentes?”. Na verdade, não é bem assim. O que ocorre é um processo que chamamos de má adaptação. O mundo está mudando rapidamente à nossa volta, a população cresce exponencialmente, tudo a uma velocidade de renovação tecnológica sem precedentes, e você, no fundo (e no cérebro), continua sendo um homem (ou mulher) das cavernas!


Esse ancestral, que tinha o cérebro muito parecido com o 
seu, vivia em constante confronto com perigos reais e corria risco de vida em várias situações; se “desse bobeira”, era devorado por algum grande predador ou tomava um bocado de pancadas de um rival ou competidor. Nesse caso, toda essa resposta emocional, o coração batendo tão rápido que parece querer sair pela boca, a preparação para a fuga ou para o combate iminente, era puramente justificada! Assim, extravasando a energia mobilizada, o homem primitivo não sofria de úlcera nervosa...


Em resumo, é fundamental enfrentar nossos medos e aprender a lidar com nosso cérebro de homem das cavernas que vive na selva urbana. Nem toda fumaça indica incêndio, e precisamos ficar alertas para não sermos ludibriados pelos bugs de nosso sistema operacional que já vem desatualizado de fábrica.

A reprogramação mental – e emocional – é possível e bem-vinda. Em tempos de crise e quebra de paradigmas como o que vivemos atualmente, com o planeta se tornando um grande formigueiro, a mudança de nossa mente e nossas atitudes se faz extremamente necessária, incluindo aí o enfrentamento de fantasmas, angústias e incertezas que todos temos, em alguma medida. E não podemos nos dar ao luxo de alimentá-los, pois o medo é paralisante e nos faz desperdiçar muita energia.

Melhor enxergar essas emoções como um sinal que aponta em direção a fraquezas e proporciona  oportunidades de amadurecimento. Afinal, “não há coragem sem medo” (em inglês, “There cannot be courage without fear”), frase atribuída ao piloto de Fórmula Indy e designer de automóveis Eddie Rickenbacker. Ás da aviação americana durante a Primeira Guerra Mundial, ele foi consultor militar, empreendedor e sobrevivente de desastre aéreo, encarou seus medos e não os deixou impedi-lo de realizar seus sonhos. 


Fonte: UOL.com.br


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domingo, 20 de maio de 2012

Emoções

                                                                                                                     
                                                        
                                                                         Dra. Terezinha Barreiro

Lembro-me de quando criança não pensar. Não pensar mesmo, com exceção dos deveres escolares. Tenho boa memória do tempo de minha alfabetização. Que delícia entrar naquele universo de palavras, minha mãe doidinha com minha insistência em pegar o material escolar do meu irmão mais velho e tentar, rabiscando, escrever o que eu imaginava estar entendendo.

 Assim vieram as letras, as palavras, as frases. Com quatro anos já me interava muito bem com meus livrinhos de estórias e claro, com os cadernos do coitado do meu irmão, onde eu ainda insistia em pegá-los, mas que nessa altura, mamãe, para me contentar, comprara um caderno horizontal onde eu já começava a copiar todas as lições de casa que ele trazia. Achava aquilo o máximo, o melhor da vida, mas não pensava, só sentia.

 Uma euforia me tomava, levando-me a sonhos tão reais que me distraia com o tempo, esquecendo os amiguinhos e a calçada que me esperava, com direito a giz, amarelinha, casca de banana, piques e muitas gargalhadas. Não me programava, do tipo amanhã vou fazer tal coisa. Cada dia tinha sua própria surpresa e a fantasias corriam soltas. Uma roda gigante dominical, um piquenique (e foram muitos), uma ida à praia, um final de chuva em que todos nós corríamos para a calçada à procura de filhotinhos de passarinhos que pudessem ter caído dos seus ninhos, onde os meninos mais altos pegavam escadas emprestadas para colocá-los de volta.

O que teria eu para pensar? Só sentia. Aprontava pouco, apesar da curiosidade sempre ser meu traço mais marcante. Não fazia fofocas porque isso não existia no meu mundo, mas desobedecia meus pais quando o  assunto era sobre algo que ainda não tinha feito, como ir na casa de uma vizinha sem avisar, só para subir na goiabeira e me empanturrar de deliciosas goiabas vermelhas. Estas ainda são minhas favoritas, ou ir na casa de uma amiguinha mais velha e deixá-la me maquiar toda como se eu fosse uma atriz de cinema. Claro, era certo de acontecer a bronca enorme que mamãe me dava, com aqueles discursos que os pais fazem com um dom de parar o tempo, de tão compridos e chatos para quem está vivendo grandes emoções,como uma criança, mas bastava chegar o próximo fim de semana e lá estava eu, de novo, sendo maquiada ou penteada, usando perfume forte, do tipo Charisma, eca, que me faziam sentir maravilhosa como nos filmes em preto e branco, apesar das cores serem múltiplas em nossa cabecinha.

Precoce na infância, no desenrolar dos anos não seria diferente. Aos sete anos já havendo concluído o primário, imagina que esquisito, mas obrigada por meus pais a cursar a quinta série e o admissão por ser muito nova, entro no ginásio com quase dez, me sentindo uma menina, mas com o corpinho insistindo em trazer modificações.

 Os anos foram passando e meus sonhos aumentando, mas agora eu já pensava, tinha consciência disso, e se por um lado já sabia da importância do pensamento até mesmo para sonhar, comecei a entender o duro preço de estar crescendo e me tornando um ser pensante demais e com sentimentos maiores ainda.

 Minha sensibilidade veio para ficar e até hoje governa minha vida, mas na mistura de sonhos, pensamentos e sentimentos, veio também a experiência da dor, dor moral, dor de sentir no coração, lágrimas de sofrimento. Se antes aprendi que para sorrir bastava estar feliz ou simplesmente me divertindo com uma estória contada por alguém, descubro já adulta que o que nos leva ao choro são as memórias, assim como os fatos atuais que nos ferem em nossos valores e sentimentos.

Hoje afirmo que prefiro sonhar. Escolhi esse caminho porque faz sentir-me segura, livre e feliz. O pensamento deixo para esse lado de responsabilidades e compromissos, pois sei que são necessários para organização do nosso dia, nossa família, profissão e outras coisas, mas de sonhar e imaginar não abro mão.

Ao imaginar, percebi que posso enxergar através dos olhos dos outros e sentir os seus sentimentos, para então saber respeitar as diferenças de cada um.

Com meu sonhar, consigo voar, nadar, virar sereia e flor. Ser chuva, vento, minhoca e anzol.
Bem, assim cheguei até aqui, sou psicóloga, muito prazer.


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